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sábado, 6 de março de 2010

Jornalismo descobre o celular

O jornalismo (finalmente) começa a descobrir o telefone celular.

Dois exemplos recentes: a GlobalPost (uma agência de notícias online) criou um aplicação gratuita para iPhone.

O aplicativo exibe uma lista de matérias, organizada por área geográfica e assunto e integrada ao Facebook e ao Twitter.

O Washington Post também lançou uma aplicação para o iPhone. O acesso custa US$ 1,99 por ano.

No Brasil, o celular ainda não é visto, pela maioria dos "publishers", como um suporte para a distribuição de notícias.

E isso apesar da queda livre na tiragem dos jornais, e da debandada do público no caso das emissoras de TV.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Jornalismo no celular

Que suporte anda com as pessoas praticamente todo o tempo? Pensou no telefone celular? Acertou.

E o que nós, da área de Comunicação, estamos produzindo para ser exibido nele? Praticamente nada que preste.

A Rede Globo promete acabar com esse marasmo, segundo a Folha Ilustrada, que cita Octavio Florisbal, diretor-geral da emissora.

De acordo com ele, a Globo "precisa o quanto antes produzir conteúdo específico para dispositivos móveis como celulares e miniTVs digitais".

Todos nós precisamos fazer isso.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

A Redação vai pra rua (e cabe no bolso)

Quando se fala em jornalistas pensa-se em uma pessoa com um bloco de anotações e uma caneta.

Se depender da Reuters e do Centro de Pesquisa Nokia essa imagem será brevemente substituída por outra, em que o destaque são os telefones celulares.

As duas organizações anunciaram uma iniciativa, chamada de Reuters Mobile Journalism, que pretende conectar teclado, microfone e um tripé ao Nokia N95.

No celular será possível editar textos, imagens e vídeos. Diretamente de onde está acontecendo a notícia.