terça-feira, 8 de abril de 2008

Como atrair os jovens

Onde os jovens vão buscar informações, se querem saber o que está acontecendo na cidade? Nos cadernos culturais da mídia impressa? Nada disso. Eles têm uma bem montada rede, via MSN e/ou Orkut. É lá que eles se informam.

Os leitores dos jornais estão morrendo. E não há substitutos, para eles.

Os jornalistas sabem disso, mas poucos se preocupam em escrever para essa geração Net.

Se desejam atrair o público jovem, que tipo de navegação deve ser utilizada? Ana Isabel Bernal Triviño, professora da Universidad de La Laguna, publicou um artigo sobre o tema, na Revista Latina de Comunicación Social.

Chama-se "Preferencias de la información en Internet. Una nueva propuesta metodológica, ensayada con un grupo de universitarios".

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Outra ameaça ao jornalismo

Acompanhe, no excelente blog Dossiê Alex Primo, uma discussão sobre a ameaça do Twitter ao jornalismo.

Veja, também, o artigo "Usos do Twitter para redes sociais..." ]

Se você ainda não sabe o que é Twitter e para que serve, encontrará no mesmo texto um vídeo sobre o assunto.

domingo, 6 de abril de 2008

Publicitários continuam perdidos

Quando se fala em tráfego, na web, o que deve ser medido?

"A quantidade de hits", respondiam os publicitários, em 1998. "Os page views", juravam entre 2003 e 2005. "O número de visitantes únicos", garantiam em 2006 e 2007. "O tempo gasto pelo usuário no site", dizem, agora.

A constatação está no artigo "Think You Know Your Web Traffic?" (ou "Você pensa que conhece o tráfego do seu site?" - em uma tradução livre), que encontrei na página Columbia Journalism Review.

Uma das conclusões do artigo: "a verdade é que ainda não sabemos o que medir".

Como evitar ser engolido pela Internet

O jornalismo digital vai matar as mídias tradicionais? Estou convencido de que não, assim como a TV não eliminou o rádio. Mas as radionovelas, os programas de humor e de auditório sumiram do rádio. Agora são encontrados na TV.

A participação dos leitores (o chamado jornalismo cidadão) é apenas uma moda (e, portanto, passageira)? Para esta pergunta, concordo com a resposta que encontrei no post "25 idéias para jornalistas que não querem que a Internet lhes passe por cima..." (em espanhol).

"A participação dos cidadãos através dos meios é um direito para os usuários e um dever para o meio, que deve oferecê-la". A alternativa é a morte.

Outra reflexão interessante: os usuários deveriam "poder utilizar os meios não apenas para conversar com os jornalistas, mas também para contato entre si".

E a pergunta que não cala: "Por que ter um grupo de discussão no Facebook, sobre o Le Monde, e não tê-lo dentro do próprio Le Monde?", presente no mesmo post.

Como responder a isso?